Contabilidade especializada para construção civil em Belo Horizonte
Contabilidade para construtoras em Belo Horizonte, feita por quem já viveu uma obra por dentro
A Greggio Contabilidade ajuda construtoras, incorporadoras e empresários da construção civil a organizarem impostos, CNO, INSS de obra, ISS por município, folha, CNDs, licitações e margem por obra — com contabilidade especializada e sistemas próprios de gestão.
Construtora não é uma empresa comum. Cada obra tem particularidades fiscais, trabalhistas e financeiras que impactam diretamente o caixa e a margem. Quando a contabilidade trata tudo como serviço comum, o empresário pode pagar imposto a mais, perder controle da folha ou deixar uma licitação escapar por falta de documentação.
Contador, sócio da Greggio Contabilidade e ex-sócio de construtora em Belo Horizonte.
Da obra ao resultado
Da obra ao resultado: cada etapa precisa virar decisão.
Orçamento, documentação, contratações, medições, impostos e lucro não podem ser analisados separados. A Greggio conecta essas etapas para mostrar o resultado real de cada obra.
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01
Base · Fiscal
Orçamentos e documentação
Antes da execução, organizamos a base: contratos, documentos, certidões, CNO, regime tributário e estrutura fiscal da obra.
- CNO
- Regime
- Certidões
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02
Operação · Folha
Execução e contratações
Durante a operação, acompanhamos folha, admissões, rescisões, encargos, retenções, fornecedores e impacto da mão de obra no custo.
- Folha
- Encargos
- Retenções
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03
Gerencial · Dados
Medições, análises e acompanhamento
As medições e movimentações da obra viram leitura gerencial: custo real, caixa, provisões, impostos e evolução da margem.
- Custo real
- Caixa
- Provisões
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04
Fechamento · Resultado
Impostos e lucro
No fechamento, o objetivo é pagar o menor imposto possível dentro da lei e enxergar quanto cada obra realmente entregou de resultado.
- Impostos
- ISS
- DRE
Por que construtora precisa de contabilidade especializada
Construtora não pode ser tratada como empresa comum
A rotina de uma construtora envolve muito mais do que emitir nota e pagar imposto. Existe CNO de obra, INSS sobre construção civil, retenções, ISS que varia conforme o município, folha com alta rotatividade, controle de EPI, admissões, rescisões, certidões negativas e, em muitos casos, documentação para licitações.
Quando tudo isso é tratado de forma genérica, o risco aparece em vários pontos ao mesmo tempo:
A contabilidade para construção civil precisa ser fiscal, trabalhista e gerencial ao mesmo tempo. Ela não pode olhar apenas para a guia do mês: precisa ajudar o empresário a entender quanto cada obra custa, quanto cada funcionário pesa no orçamento e qual regime tributário faz sentido para a operação.
Tributação para construtoras
Regime tributário errado pode consumir a margem da obra
Na construção civil, a escolha do regime não pode ser no automático. Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real geram resultados muito diferentes dependendo do tipo de obra, da forma de contratação, da margem, da folha, do uso de materiais e da estrutura da empresa. Construtora não escolhe regime por achismo — simula cenários.
Simples Nacional — Anexo IV
Receita até R$ 4,8 mi/ano · guia única (DAS)
Muitas atividades de construção civil se enquadram no Anexo IV, com alíquotas que sobem por faixa de faturamento. O ponto que engana: o INSS patronal não está incluído no DAS do Anexo IV — ele é recolhido por fora, sobre a folha. Por isso não basta olhar a alíquota do DAS; é preciso considerar retenções e o custo real da folha para saber se o Simples realmente compensa.
Atenção especial ao Anexo IV, ao INSS patronal sobre a folha e às retenções — o custo trabalhista pode mudar completamente a conta.
Lucro Presumido — Empreitada global (base 8%)
Com fornecimento de todos os materiais incorporados à obra
Quando a construtora executa a obra com emprego de todos os materiais indispensáveis, incorporados à obra (preço fechado), a operação pode ser enquadrada na base reduzida de 8% para o IRPJ (e 12% para a CSLL). É o cenário mais brando do Lucro Presumido — mas exige que os materiais não sejam faturados pelo tomador e entrem na nota, compondo também a base de PIS, COFINS e ISS.
Classificar a operação corretamente como empreitada global pode reduzir muito a carga — desde que o contrato e as notas estejam estruturados para isso.
Lucro Presumido — Empreitada parcial (base 32%)
Apenas mão de obra ou emprego parcial de materiais
Quando há prestação apenas de mão de obra ou emprego parcial de materiais, a atividade cai na faixa de 32% de base do IRPJ e da CSLL — quatro vezes a base da empreitada global. É o enquadramento padrão de boa parte dos serviços e, classificado por descuido, pode aumentar muito o imposto sobre o lucro presumido.
A diferença entre global e parcial pode definir a margem da obra. É exatamente o tipo de análise que precisa ser feita antes de fechar contrato.
Lucro Real — pela margem efetiva
Tributa o lucro real, não uma presunção
No Lucro Real, IRPJ e CSLL incidem sobre o lucro efetivamente apurado na contabilidade — não sobre uma presunção da receita. Pode fazer sentido para operações de margem apertada, prejuízo fiscal ou muitas despesas dedutíveis, e permite aproveitar créditos de PIS/COFINS no regime não cumulativo. Em troca, exige controle contábil e financeiro muito mais preciso.
Indicado quando a margem é baixa e há despesas e créditos relevantes — mas só funciona com gestão financeira à altura.
Quanto de imposto a construtora paga, por regime
Mesmo faturamento e a mesma margem — só o regime muda o total de tributos da empresa.
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Lucro Presumido · empreitada globalR$ 68.920 /mês17,2% do faturamentomenor carga
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Lucro Real · empreitada globalR$ 95.100 /mês23,8% do faturamentotributa o lucro real
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Lucro Presumido · empreitada parcialR$ 100.120 /mês25,0% do faturamentopresume 32% de lucro
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Lucro Real · empreitada parcialR$ 100.650 /mês25,2% do faturamentomenos créditos
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Simples Nacional · Anexo IVR$ 102.000 /mês25,5% do faturamentomaior carga
de diferença entre o regime mais barato e o mais caro — mesmo faturamento, mesma margem (cerca de R$ 33 mil por mês). É a conta que escapa de quem escolhe o regime no automático.
Repare: nesse porte, o Simples Nacional deixa de ser o mais barato — no teto do Anexo IV o DAS sobe e o INSS patronal corre por fora. Com margem boa, o Lucro Presumido global presume só 8% de lucro e vira o mais eficiente. Regime tributário é simulação, não achismo.
Exemplo ilustrativo para uma construtora faturando R$ 400 mil/mês com 20% de margem, folha de ~R$ 120 mil e ISS de 5% — premissas que variam por empresa e por município. O total considera IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, ISS e INSS patronal sobre a folha. Os números reais dependem da operação, do contrato e do município; a Greggio simula o cenário específico da sua construtora antes de qualquer definição.
CNO · INSS de obra · ISS por município
CNO, INSS de obra e ISS por município precisam estar no radar desde o início
Toda obra precisa ser acompanhada com atenção desde a abertura do CNO até a regularização final. O CNO não é só um cadastro burocrático: ele influencia a regularidade fiscal da obra e impacta a emissão de certidões.
A construção civil tem particularidades no INSS. Dependendo do contrato, pode haver retenção na nota fiscal, compensação de créditos e risco de recolhimento incorreto se não houver controle.
O ISS também exige atenção: na construção civil, a tributação municipal varia conforme o município, o tipo de serviço e a forma de contratação. Uma construtora que atua em Belo Horizonte e em outras cidades de Minas precisa controlar isso separadamente, para evitar recolhimentos incorretos e problemas futuros.
Licitações e certidões
Em licitação, documentação vencida pode custar uma obra inteira
Muitas construtoras atuam em licitações públicas e sabem que preço não é o único fator decisivo. É comum uma empresa competitiva perder a oportunidade porque uma certidão venceu, um documento não foi atualizado ou uma obrigação fiscal ficou pendente.
No menor preço global, a margem costuma ser apertada — o que exige duas coisas: documentação em dia e controle financeiro preciso. A Greggio ajuda construtoras a manterem organização fiscal e documental, sem depender de planilhas soltas, lembretes manuais ou conferências de última hora.
Nosso sistema de documentos e CNDs acompanha prazos de validade e sinaliza o que precisa ser renovado antes de comprometer uma licitação.
Custo real do funcionário por obra
O funcionário da obra custa mais do que o salário
Um dos maiores erros na construção civil é orçar mão de obra olhando só o salário. O custo real envolve INSS, FGTS, férias, 13º, adicionais, provisões, rescisões, encargos, EPI, rotatividade e riscos trabalhistas.
Na prática, a construtora precisa saber quanto cada funcionário custa de verdade e em qual obra ele está alocado. Isso é ainda mais importante em empresas com alta rotatividade, onde admissões e rescisões acontecem o tempo todo — às vezes o funcionário entra de manhã e sai no mesmo dia.
Sem controle, a empresa perde a noção de quem está em qual obra, qual custo pertence a qual contrato e qual provisão deveria estar sendo formada — e o caixa é surpreendido lá na frente por férias, 13º, rescisões e encargos que não foram acompanhados.
Gestor Real de Funcionários
software proprietário · folha → gestão
Foi para isso que a Greggio desenvolveu o Gestor Real: ele transforma a folha em informação gerencial — custo real da mão de obra, encargos, provisões, férias e período de experiência, mês a mês e por obra.
- Custo real
- Encargos
- Provisões
- Férias
- Resumo por e-mail
O que o Gestor Real mostra para a sua construtora
Evolução do custo com folha
Relatórios mensais mostram a evolução do custo total da folha ao longo do ano, ajudando a identificar aumento de gastos, variação mês a mês e o impacto da mão de obra no caixa.
Impostos e encargos
Organiza os principais encargos da folha — INSS, FGTS, IRRF e INSS patronal — para você visualizar o peso dos tributos trabalhistas de forma simples.
Provisões trabalhistas
Apresenta provisões de férias, 1/3 de férias, 13º salário e multa de 40% do FGTS, ajudando a empresa a se preparar para obrigações futuras e evitar surpresa no caixa.
Painel de férias
Acompanhe período aquisitivo, saldo de férias, próximos vencimentos e férias próximas do limite — reduzindo falhas de controle e melhorando o planejamento da equipe.
Resumos mensais por e-mail
Além do acesso ao sistema, a Greggio envia o fechamento mensal da folha por e-mail. Você entende o que mudou na folha e nos encargos sem precisar abrir vários relatórios.
fechamento parcial
Controle financeiro e margem por obra
Construtora que não sabe a margem por obra trabalha no escuro
Na construção civil, faturamento alto não significa lucro. Uma obra pode movimentar muito dinheiro e ainda deixar pouca ou nenhuma margem. Por isso, a gestão financeira precisa ser feita por obra.
O empresário precisa saber quanto entrou, quanto saiu, qual foi o custo de material, qual foi o custo de mão de obra, quais impostos incidiram, quais despesas indiretas foram alocadas e qual margem realmente sobrou. Esse controle é essencial para licitações, obras públicas, reformas, empreitadas, incorporações e contratos de preço fechado.
A Greggio trabalha com sistema financeiro e DRE por obra, permitindo acompanhar o resultado com clareza e decidir com base em dados — não em sensação de caixa.
O ecossistema Greggio
Mais que contabilidade: um ecossistema que vira decisão
O nosso pilar é consultivo. Em volta dele, sistemas próprios geram os números reais da obra — folha, documentos, custo, margem — e é sobre esses números que cada decisão deve ser tomada, nunca no escuro.
Cada peça alimenta a próxima: a folha vira custo, o custo vira margem, a margem vira decisão. A Greggio conecta o ecossistema e senta do seu lado para interpretar os números — porque dado sem leitura não muda o resultado da obra.
A experiência da Greggio
A Greggio conhece a dor da construtora porque já viveu isso de perto
A Greggio Contabilidade existe há 11 anos e atende empresas que precisam de clareza tributária, controle financeiro e segurança nas obrigações fiscais e trabalhistas. Mas, na construção civil, existe um diferencial importante: Matheus Greggio, sócio da Greggio, também já foi sócio de uma construtora por dois anos em Belo Horizonte.
Isso significa que a nossa visão não vem só da contabilidade — vem também da prática. Sabemos o que é lidar com obra que recebe por medição, orçamento apertado, margem baixa, funcionário que entra e sai rápido, pressão por prazo, exigência de EPI, CNO, INSS destacado, ISS por município, documentos de licitação e certidões que não podem vencer.
Também sabemos como funciona a realidade de quem participa de licitações públicas, principalmente no menor preço global, em que qualquer erro de cálculo pode transformar uma obra aparentemente lucrativa em prejuízo. Por isso, a especialização da Greggio em construtoras nasceu de uma necessidade real: criar uma contabilidade que entende a obra, entende o empresário e entrega ferramentas práticas para melhorar o controle.
Cases de clientes
Construtoras que confiam na Greggio Contabilidade
A Greggio atende empresas da construção civil com perfis diferentes de operação: obras de alto padrão, obras para grandes empresas, obras públicas e construtoras que precisam de controle tributário, trabalhista e financeiro mais próximo da realidade da obra.
A nossa especialização não nasceu de uma tese. Nasceu da prática: da vivência em obra, da rotina de folha com alta rotatividade, das obrigações fiscais específicas do setor, da necessidade de manter CNDs em dia e da pressão por margem em contratos de preço fechado e licitações. Hoje, a Greggio tem em carteira empresas da construção civil que atuam em diferentes frentes do mercado — o que nos permite entender que cada construtora tem uma dor diferente.
Verticale Engenharia
Obras de alto padrão
Representa o perfil de construtora que precisa de organização contábil, fiscal e trabalhista para sustentar obras com maior exigência técnica, controle de custos e acompanhamento financeiro detalhado. Aqui, a contabilidade precisa mostrar não só os impostos, mas a margem da obra, o custo da mão de obra, as provisões e os impactos tributários de cada contrato.
AGL Engenharia
Obras para grandes empresas · Localiza, Movida
Atua em um perfil de obra que exige profissionalismo, cumprimento de prazos, organização documental e previsibilidade financeira. Quando a construtora presta serviço para grandes empresas, a rotina contábil precisa estar preparada para retenções, emissão correta de notas, obrigações trabalhistas, controle de funcionários e segurança nas informações fiscais.
Engearte Engenharia
Licitações e obras públicas
Representa uma realidade comum no setor: construtoras que disputam licitações, trabalham com contratos públicos e precisam manter documentação, certidões e controles sempre em dia. Em obras públicas, sobretudo no menor preço global, a margem é apertada — e uma CND vencida, uma folha mal projetada ou um imposto mal calculado pode comprometer a competitividade.
Esses perfis mostram por que a Greggio não trata construção civil como uma contabilidade comum. Uma construtora de alto padrão, uma que atende grandes empresas e outra voltada para licitações têm desafios diferentes — mas todas precisam de controle, previsibilidade e segurança. É por isso que unimos contabilidade especializada, experiência prática em construção civil e sistemas próprios para ajudar o empresário da obra a tomar decisões melhores.
Para quem é essa contabilidade
Para quem a Greggio é indicada
- Construtoras em Belo Horizonte e região metropolitana
- Empresas de construção civil que atuam em Minas Gerais
- Incorporadoras
- Empresários que pretendem abrir uma construtora
- Construtoras que participam de licitações
- Empresas que precisam organizar CNO, INSS de obra, ISS e retenções
- Construtoras que querem controlar melhor folha, margem e custo por obra
- Empresas insatisfeitas com uma contabilidade genérica
Sua construtora precisa de uma contabilidade que entenda de obra
A construção civil tem margem apertada, risco alto e muitas obrigações. Um erro tributário, uma certidão vencida, uma folha mal calculada ou um orçamento sem custo real pode comprometer o resultado de uma obra inteira. A Greggio une experiência contábil, vivência prática na construção civil e sistemas próprios para dar mais controle, segurança e previsibilidade à sua operação.
Quero falar com um contador para construtoraPerguntas frequentes
Dúvidas sobre contabilidade para construtoras
Depende do faturamento, da margem, do tipo de contrato, da folha, do uso de materiais e da estrutura da operação. A construtora pode estar no Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real — mas a escolha deve ser simulada caso a caso, comparando o impacto no caixa e na margem.
Em muitos casos, sim, desde que respeite os limites e vedações legais. Porém, várias atividades de construção civil entram no Anexo IV, que exige atenção ao INSS patronal (recolhido por fora do DAS), às retenções e ao custo de folha.
CNO é o Cadastro Nacional de Obras. Ele identifica a obra de construção civil perante a Receita Federal e é importante para as obrigações tributárias e para a regularização da obra, influenciando inclusive a emissão de certidões.
Na empreitada global, a construtora normalmente fornece mão de obra e todos os materiais necessários à execução da obra. Na parcial, a operação pode envolver apenas mão de obra ou fornecimento parcial de materiais. Essa diferença impacta diretamente a tributação no Lucro Presumido — a base do IRPJ pode ser 8% ou 32%.
Não necessariamente. O ISS pode depender do município onde o serviço é executado, das regras locais e do tipo de serviço prestado. Construtoras que atuam em diferentes cidades precisam controlar isso com cuidado para não recolher errado.
Porque o salário não representa o custo total do trabalhador. Encargos, férias, 13º, FGTS, INSS, rescisões e provisões alteram significativamente o custo da mão de obra e impactam a margem da obra. Sem esse controle, o orçamento sai distorcido.
Sim. A Greggio entende a rotina de licitações, principalmente a necessidade de CNDs e documentos válidos, o controle de margem e o orçamento competitivo no menor preço global — com sistema próprio para acompanhar prazos de validade das certidões.

